DRENAGEM LINFÁTICA PARA GRÁVIDAS

Hoje venho falar-vos da drenagem linfática para grávidas e mostrar-vos um caso real, em que vos deixo o testemunho da minha cliente Joana (nome fictício).

A retenção de líquidos e o inchaço do pés e das pernas é o mais comum durante a gravidez, e a drenagem linfática vem ajudar as mulheres para que se sintam aliviadas com estes desconfortos.

Desta forma, graças a esta técnica, o fluxo linfático é acelerado e o líquido que preenche os espaços entre as células é renovado mais rapidamente, porque não devemos esquecer que o aumento do volume do útero acaba por ser um obstáculo ao refluxo venoso. Não esqueça, também, as alterações hormonais que promovem uma circulação deficitária e, por conseguinte, o aparecimento de varizes.

A drenagem linfática manual, que realizo em gabinete, é aconselhada a partir do 2º trimestre da gravidez, se não existir nenhuma contra-indicação médica. Trata-se de uma massagem suave, que melhora a microcirculação, eliminando o líquido em excesso nos tecidos. Consequentemente, a absorção dos capilares sanguíneos acelera e as células oxigenam melhor.

Esta técnica é, ainda, muito vital no período pós-parto, pois tratamos os tornezelos, os joelhos, a região axilar e supracavicular. De salientar que o organismo feminino é propenso à acumulação de líquido e a drenagem linfática poderá ser a solução para um maior conforto da mulher.

Portanto, se se revê nesta condição, procure acompanhamento e cuide de si e do seu corpo.

Testemunho da minha cliente Joana:

“Já era cliente da Izabel, antes de ficar grávida, portanto durante toda a minha gravidez realizei drenagens linfáticas, uma vez por semana pois queria continuar a sentir-me bem. Aliei sempre o exercício físico até me ser possível e, claro, mantive alguns cuidados alimentares. Contudo, abria exceções em ocasiões especiais.
Agora no pós-parto regressei e estou de novo a  fazer massagens e a ter algum cuidado na alimentação, até porque estou amamentar.
Acredito que, para uma recuperação total, preciso da massagem, da boa alimentação e, claro, do exercício físico.”